quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Quando vem a folha em branco, algo em mim se cala. Parece que o silêncio se adianta e tampa a saída que vive avida por partilhar. Agora não consigo articular meu sentimento, meu pensamento em palavras e fazer sentido. Tudo é plenamente bobo, absolutamente trivial.

Minha ciranda, cirandinha...

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Alguns meses depois...

É como se eu tivesse saido de casa e não tivesse, agora, para onde voltar. Quantas decepções eu precisarei me dar até encontrar o conforto em alguém ? Quanto vazio pode existir em um ser só?

Quando só eu me entendo o resto me desentende e quando eu perco a razão o mundo ali fora se afasta e ignora.

Quantas histórias eu precisarei viver sem protagonizar ? É essa angústia amarela, nodosa, calada que acelera meu pensamento na direção errada e me torna neurótica. Eu só preciso vencer esse momento, abrindo o peito nesse vazio e deixando escorrer toda a apatia. Mas quando penso nisso tenho medo do que, na ausência do vazio, me preencherá...